A Ocupantes conduziu a maior operação imobiliária de 2006, envolvendo as empresas BASF e EDS, totalizando aproximadamente 40 mil m² de escritórios e valores contratuais acima de R$120 milhões.
Contratada pela EDS – Electronic Data Systems, uma das maiores empresas de soluções tecnológicas e terceirização de processos de negócios, para expandir seu espaço, a Ocupantes foi responsável por procurar e apresentar alternativas, preferencialmente, na região de São Bernardo do Campo, onde já estavam localizados, no “Complexo da BASF”. Por outro lado, localizada neste mesmo complexo e ainda com sete anos para o vencimento do Contrato de Direito de Superfície (firmada entre a BASF e o Banco Pátria), a BASF sequer pensava na possibilidade de mudança, pois a rescisão antecipada exigia pagamento do restante dos “aluguéis” devidos até o término do contrato.
A ação da Ocupantes consistiu em conciliar os interesses das duas empresas. Como resultado de muitas negociações, a Ocupantes conseguiu viabilizar, em tempo recorde, apenas 4 meses, a complexa operação de cessão do Contrato de Direito de Superfície, da BASF para a EDS, totalizando para esta última uma ocupação de 30 mil m².
Um novo desafio gerado foi que, em um curto espaço de tempo, a Ocupantes tinha que pesquisar e avaliar as opções disponíveis para acomodar 10 mil m² de escritórios para as áreas administrativas e de negócios da BASF. Após analizar e comparar mais de 30 edifícios em São Paulo, a Ocupantes chegou a um shortlist de três edifícios, os quais foram minuciosamente avaliados pelos consultores. Iniciaram-se os processos de negociação e apoio à BASF, com dados de mercado e transações imobiliárias relevantes. O edifício escolhido foi o Faria Lima Square, ícone do mercado corporativo e localizado estrategicamente na Nova Faria Lima. Apesar do aluguel por m² ser três vezes maior que o de São Bernardo do Campo, a BASF conseguiu manter o mesmo custo mensal, melhorando a eficiência de sua ocupação.
Ao viabilizar a cessão total do complexo para EDS, a Ocupantes gerou economias de aproximadamente R$ 6 milhões apenas no quesito “aluguel”, sem contabilizar as futuras resultantes da integração dos diversos sites dispersos na grande São Paulo, concretizando reais economias para os próximos 7 anos. A EDS finalmente poderá, de fato, consolidar suas operações em um complexo com ambiente de campus. A BASF, por sua vez, ganhou uma nova dimensão na sua imagem corporativa, melhorando a eficiência da sua ocupação, sem aumentar seu custo operacional imobiliário.
A Ocupantes teve grande êxito na viabilidade de ambas as operações. Tanto a BASF quanto a EDS têm muito a comemorar nesta que foi a maior transação imobiliária no Brasil em 2006, que envolveu aproximadamente 25 executivos entre gestores de patrimônio, diretores executivos, além dos advogados internos e externos de ambas as empresas. |